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Prólogo - O Céu Púrpura.

em Sex Mar 16, 2018 2:24 pm
Prólogo


Já fazia algum tempo que a paz reinava na ilha de Edenia. Isolados do resto do mundo e com apenas um navio flutuante fazendo trabalhos comerciais pela ilha.

Rostos conhecidos pelas ruas se destacavam logo cedo, e aquele dia em especial parecia que os ares da pequena Edenia estavam exaltados: era dia de festival.

Festival aquele que era anual, uma festa especialmente preparada na arena da ilha. Era esperado que praticamente a cidade inteira fosse alocada na arena. Com uma ventania suficientemente forte para um assovio ser ouvido em toda a ilha. O clima era ótimo, com uma temperatura amena e sem sinais de chuva.

Poucas nuvens garantiam a previsão um dia perfeito. A cidade estava agitada logo ás oito da manhã. O cheiro de comida era forte, deixando claro que os preparativos já haviam começado. Por conta do festival, o navio mercante estava atracado no porto da ilha.

Por não ter um guardião místico, um primal por assim dizer, a ilha de Edenia realiza festivais em cada estação do ano para agradecer seus frutos e sucessos. Aquele dia se encerraria com uma grande queima de fogos, com um discurso do Senhor Takeshi, o mais velho de toda a cidade. Um harvin que já passou dos cem anos faz algum tempo.

Eram cerca de dez da manhã, e todos estavam se preparando para a arena. Alguns já estavam na mesma: era esperado que o dia todo houvesse atrações, como danças, lutas demonstrativas ou mesmo discursos sobre o futuro da ilha. Muitas melancias estavam ornamentadas e preparadas das mais diversas maneiras: sucos, doces, e até mesmo em saladas e outros. Por ser o início do verão, foi a fruta escolhida para o festival.

Era tudo pacífico e agitado naquela manhã de domingo. Pássaros cantarolavam e pequenos mamíferos se aproximavam, curiosos, das bancadas de frutas ou simplesmente seguindo o cheiro de comida.

Seria um festival como qualquer outro, mas alguns indivíduos pareciam incomodados, sensibilizados com algo que não podiam compreender. O que, naquela situação tão perfeita, poderia preocupá-los?

Não havia visitantes na ilha, apenas residentes naquele dia. Apesar do festival ser bastante amplo, tinha um certo toque de tribalismo no que ocorria. O que muitos viajantes pareciam preferir não participar, para não desrespeitar os locais.

Ora, era uma cidade como qualquer outra! Civilizados, um pouco atrasados tecnologicamente pelo isolamento, mas ninguém pintava a cara ou recorria á atos violentos para resolver disputas. Se fosse apontar um defeito da maioria ali, era o conformismo em não conhecer o mundo: a maioria parecia nunca ter cogitado a ideia de conhecer outras ilhas no Skydom.

Mas, naquele dia em específico. Era esperado um regionalismo orgulhoso de ser de Edenia. O que era aquela sensação estranha afinal? No horizonte azul, nem mesmo nuvens pareciam querer estragar aquele festival...



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REGRAS PARA A POSTAGEM:

Primeiramente, bem-vindos! A prioridade é descrever uma introdução do personagem ao cenário. Lembrando que TODOS os jogadores estão sentindo um "aperto no coração, um mal estar, mal pressentimento". sem saber explicar. A ilha é pequena, então se quiserem fazer pares ou grupos, postando como já se conhecessem, é permitido contanto que interajam devidamente.

Tentarei trazer postagens á cada 7 dias. Dependendo do ritmo estiver bom ou ruim, posso rever este valor. Fique á vontade para descrever passado,pensamentos e interações, mas não faça double-post: espere alguém interagir, depois poste a reação.

Não me mandem PM ok? Eu quero deixar o fórum apenas para o jogo em si. Se quiserem falar comigo,me adicionem no whatzapp: (12) 99127-9393. Ou facebook https://web.facebook.com/rsvitor , claro.

Se você tem a ficha analisada de alguma forma, mesmo que parcialmente, fique livre para participar. Incluindo também o jogador: "JokenPo" e "Sonphir" estão em processo avaliativo, e também podem participar.

A ficha é importante concluir o quanto antes, mas por se tratar do prólogo, permito que participem mesmo com ficha parcial. É um post introdutório, então imagino que não se tenha muitas dificuldades. Apenas abri o cenário e situei o momento dos personagens.

PS: Estarei testando as melhores formatações para as postagens. Tenham paciência amores.
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Re: Prólogo - O Céu Púrpura.

em Sex Mar 16, 2018 9:45 pm
Um cavaleiro passava por uma alameda na ilha de Edenia. Sua armadura naturalmente chamava atenção pela sua aparência peculiar, sempre era visto como estrangeiro. A aparência não correspondia com os trajes do Império de Erste e tampouco pertencia alguma a uma ordem sagrada como Lumiel e o reino de Fenrach. Era um errante, sua lealdade era apenas para consigo mesmo e a única doutrina que seguia era a de sua vontade.

A liberdade que escolhera, entretanto, o colocava em situação bastante discutível. Em busca de suas origens, sempre buscou viajar de ilha em ilha para procurar informações. Seu jeito demasiadamente bruto expulsava qualquer possibilidade de coligação com Skyfarers (aventureiros) e somente viajava porque conseguia convencer de maneira hostil a levarem-no para outras ilhas de graça embora nunca machucasse fisicamente ninguém.

As pessoas o olhavam com suspeita quando esbarrou em uma criança Harvin ao caminhar. Ela engoliu o próprio choro quando viu a expressão quase permanente de seriedade em seu rosto. O suco de melancia que carregava estava ao chão e murmúrios se espalhavam enquanto ele mudava sua direção propositalmente.

Ao chegar em uma barraca, um velho Erune pensou que ele iria assaltar o lugar, quando soltou sobre o balcão uma porção de moedas. Apoiou o antebraço quase virando toda a madeira da construção com o peso, sabendo que era o preço exato da bebida local. Voltou ao garoto choroso e, em sua frente, realizou um pequeno truque: Com a ponta de seu dedo, fez-se um pequeno círculo mágico o qual desprendeu-se um cubo de gelo. Caindo sobre o copo com o máximo de gentileza que Garai Craves não tinha. Entregou ao garoto que pegou sem palavras a bebida e tornou a caminhar.

Soube das festividades, mas nunca sequer aprendeu a celebrar na vida. Ouviu de terceiros conversas sobre notícias e um súbito mal-estar o fez separar-se da multidão. Caminhar com o largo embrulho que tinha na mão esquerda era difícil com aquele tanto de gente e nada havia descoberto sobre seu objetivo.

Não se sentia parte do mundo.

E o costumeiro vazio estava ainda pior que antes.

Sobre o topo de um monte de terra, descansou a larga espada enrolada atrás de suas costas, apoiando-se nela e tirando o elmo para sentir plenamente em seus cabelos os ventos nortenhos. Seus olhos cravavam o "nada" distante. Insaciável.

Através do reflexo da proteção metálica que deixara ao solo, o tímido garoto deixara um prato de doces para se desculpar por tê-lo esbarrado. Abriu a boca, mas deixou ao chão com uma bandeira decorativa e saiu sem dizer uma única palavra. Garai esperou que os passos passassem de ecos para que pudesse comer.

Era sua primeira refeição de hoje. Agradável, nunca tinha comido aquilo e por um breve momento ficou curioso sobre o nome da iguaria. Depois, deu de ombros e voltou a se deitar na grama, ouvindo sons de vida enquanto se deitava à luz diurna.

- Preciso repensar os meus passos. - Finalmente a grave voz surgiu, sem perceber que estava pensando alto demais.

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Re: Prólogo - O Céu Púrpura.

em Sex Mar 16, 2018 11:45 pm
Finalmente havia chego em Endenia. Se lançaria ao solo e se despediria de seu transportador com um aceno e suas duas últimas moedas projetadas no ar para o pagamento.

Adentraria a cidade em meio aquela movimentação festiva. Suas vestes como de costume chamariam a atenção, entregando que não era pertencente à região.

Procuraria após alguns instantes por uma oportunidade de fazer uma pequena apresentação como artista de rua.

No atual momento não era um hoje de muitas posses. Mas sua experiência como mercador o fazia perceber oportunidades rentáveis.

Faria uma pequena apresentação mágica e de hipnose. Tinha certeza que aquela gente não se dava conta de quão imenso é o mundo.


--POVO DE EDENIA! O FUTURO A DEUS PERTENCE, MAS AS CIÊNCIAS OCULTAS PODEM DESVENDÁ-LO. FAÇA SUA CONSULTA COM O MAGNÍFICO SAHIR, ATRAVÉS DA GRAFOLOGIA, DA TELEPATIA, DA CARTOMANCIA E DA NUMEROLOGIA QUE SÃO CIÊNCIAS BASEADAS EM SUA PRÓPRIA PSICOMETRIA INDIVIDUAL!

Quanto tivesse uma quantidade de moedas satisfatória, encerraria o espetáculo com um feixe de luz que permitia a Sonphir sair da vista dos espectadores.

Seu destino seria a barraca do Erune velho. A mesma que estava um Draph de armadura e espada larga e que estaria interagindo com uma criança e sua melancia.

Pediria uma água e se possível um pouco daquela fruta do festival; a encenação mágica durante o dia teria sido cansativo.

Ficaria com as costas apoiadas no balcão varrendo aquele evento e a cidade com seus olhos.

Perceberia de relance o semblante daquele Draph. Acredita que assim como ele também sentia um desconto interno que não conseguia afirma o que era com precisão.

Continuaria fitando aquele ser monstruoso de armadura. Talvez pudesse conseguir mais informações sobre seu pressentimento, ou até mesmo hipnotiza-lo a seu favor.

Sabia que era tão esquisito quanto ele, mas aquela situação é deveras bem mais.
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Re: Prólogo - O Céu Púrpura.

em Sex Mar 23, 2018 12:52 am
O clima estava ameno da perspectiva dele, os ventos se moviam exatamente do modo que mais lhe agradava, os primeiros raios de sol que passavam pelas janelas mais altas, indicando que o dia havia começado há pouco tempo, havia uma comoção entre os sacerdotes, perceptível para o rapaz que terminava de colocar alguns adereços às suas vestes e suas lâminas um pouco escondidas entre os panos, ja que as levava para todos os lados desde quando as encontrara, as roupas eram um pouco incomuns das utilizadas no dia a dia, afinal também não era uma data comum, era um dos eventos em que a cidade inteira participava.
Então, após se arrumar para o festival, saiu por uma das janelas altas direto para uma árvore próxima e para o telhado de uma outra casa, acenando para os sacerdotes que estavam próximos quando saiu, com um sorriso no rosto:

- Vou Indo na frente!

Roupa para o festival:

Muitas pessoas já começavam a se mover por toda a cidade, indo em direção a arena, onde os maiores e melhores eventos ocorreriam no decorrer do dia. Conforme passava pelos telhados alheios cumprimentava todos que conhecia, alguns rostos não lhe era muito familiar, afinal estava sempre em movimento por lá, assim como nesse dia, sempre que alguém precisava de alguma ajuda, lá ele estava por alguns minutos, esbarrando em algumas pessoas pelo caminho quando estava na rua, silencioso quando passava pelos telhados, brincalhão com as crianças nas ruas pelo seu caminho, sempre que encontrava algum bardo tocando sua musica, incitava uma roda de dança ao redor dele, puxando homens e mulheres de todas as idades que estavam por perto e assim que conseguia um grupo de pessoas dançando, voltava a sua rota em direção a arena sem que percebessem de imediato que havia sumido.
Perto do final de seu percurso, ele passara pelo navio flutuante para bisbilhotar o descarregamento e acabou ajudando um pouco no processo apenas para tentar saber o que tinha em algumas caixas, ganhou uma maçã com um vermelho intenso, suculenta pela ajuda, mesmo que pouca, ele conhecia a maioria dos que estavam trabalhando ali. Com a maçã meia mordida na boca chega a um centro comercial, parado no teto de uma construção um homem em armadura chamou sua atenção ao esbarrar em uma criança, instintivamente seu corpo se inclinou formando um arco, sua cauda levemente erguida ajudando no equilíbrio e para um bote perfeito, até notar o que o grande homem na armadura estava fazendo pela criança notou que não seria uma ameaça e logo se desinteressou, principalmente quando ouviu a voz de um humano, aparentemente estrangeiro, gritando sobre algo que ele julgava não ser muito importante também, apenas o fez dar uma risada, o que pode ter chamado a atenção de alguns ali perto, mas também não se importou com isso, apenas continuou até chegar em um ponto próximo a arena, um lugar bem alto, onde podia sentir o forte vento passando por todo seu corpo, com os olhos fechado por um instante ouvia as vozes e musica ao fundo e tinha uma sensação muito incomum, um aperto em seu peito, diferente do usual, não gostava daquele sentimento. Parado naquele ponto por algum tempo olhando para o horizonte, sentou , cruzou as pernas a sua frente, sua cauda passando por cima da perna esquerda, levando os braços para cima como se estivesse se espreguiçando e logo voltou a apoiar as mãos no vão entre as pernas, tocando o telhado da construção em que estava sentado, pela primeira vez no dia tinha uma feição séria e pensativo, aquele sentimento estava lhe perturbando muito desde cedo e mesmo com as distrações durante toda a manhã, não havia passado, uma intuição muito forte como se algo estivesse prestes a acontecer.

- "O que isso pode significar?"- sussurrou para si mesmo enquanto ouvia o assobio do vento.


Última edição por Vaskes em Qui Abr 12, 2018 1:21 am, editado 1 vez(es)
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Re: Prólogo - O Céu Púrpura.

em Sex Mar 23, 2018 1:15 pm
- Eh? Já é o dia do Festival? EEEEEEHHH?

Sasha acordava relativamente tarde em uma estalagem, ainda não estava acostumada a viver sem os criados lhe abrindo as cortinas de seu antigo luxuoso quarto assim que o sol raiasse. Vários cheiros se misturavam com os sons da falaria em meio a um labirinto de sensações que a fizeram acordar um pouco mau humorada, coroando a sua péssima noite de sono em um colchão que era duro pra cac*** inadequado aos seus gostos particulares.

"E a vida só melhora, não é mesmo? Que saco..."

Tomava seu rápido banho quente (rápido pra ela, gastando quase toda a água quente do lugar), e se arrumava com uma de suas melhores roupas estranhas temáticas que costuma usar em ocasiões especiais. Bela, plena e cheirosa, paga à senhora que lhe cedeu espaço na estalagem e se dirige com seus pertences ao centro da cidade, ruo a arena. Não sabia se era seu mau humor, o grande número de pessoas lentas na sua frente ou a fruta escolhida ser melancia, mas a senhorita Yaway não conseguia se sentir totalmente bem. Não era apenas birra, algo instintivo a deixava receosa sobre algo que estaria por vir.

Com o capuz de suas roupas, com a harpa sob o braço, segue sua vida estudando os olhares das pessoas por quem cruzava, tentando entender que diabos estava para acontecer.


"Algo de errado não está certo... Aiai... Esse vento vai acabar com o meu cabelo..."

Roupas:
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Re: Prólogo - O Céu Púrpura.

em Sex Mar 23, 2018 9:01 pm
Finalmente havia chegado o dia do festival, data perfeita para o jovem Erune aproveitar plenamente suas habilidades ladinas adquiridas com os ensinamentos de seu mentor. Estava trajado em suas roupas costumeiras quando assumia ser Yako, com uma máscara de raposa cobrindo seu rosto e um guarda-chuva fechado em uma de suas mãos.

Apesar da cor neutra de suas roupas, cinza e branco, o jovem chamava um pouco a atenção por estar vestindo máscara, embora provavelmente não fosse o único. Fazia algumas acrobacias e outros truques, o que parecia alegrar as crianças, mas alguns o conheciam como criador de problemas, muitas vezes que alguma confusão se criava em áreas de comércio ele estava envolvido, ou por perto.

Após alguns momentos entretendo as crianças, o jovem Erune voltava a andar pelo festival observando os seus participantes, participava de todos os festivais desde criança então tinha o conhecimento caso passassem pela sua vista, pessoas novas, ou no caso, chamativas.

Começou a seguir de longe um Draph de aparência séria, cara de poucos amigos, como se soubesse que alguma coisa ao redor dele iria criar uma certa oportunidade, a pequena confusão que ele criou fora o suficiente para  Yako remover alguns doces da mesma barraca que este havia comprado o suco para a criança, o próprio vendedor estava mais focado no cavaleiro do que em qualquer outro que estivesse próximo. Outro que se destacou aos seus olhos fora um humano, para uma pessoa da região as roupas que vestia eram muito mais chamativas que a própria mascara de Yako, e ao que havia anunciado parecia um cartomante, isso sim era algo novo no lugar.

Aproveitava suas habilidades em diminuir a presença para observá-los por um tempo, até ele mesmo se perder em suas próprias distrações, afinal não era todo dia que via um outro Erune "descansando" no teto de uma das barracas, havia o percebido apenas depois de surrupiar os doces da mesma, mas pelo local aonde estava provavelmente não poderia definir se ele havia pego ou comprado, e como ele havia seguido com seu caminho, isso se confirmava, Yako então desapareceu de perto do local, iria procurar outra coisa a fazer.

Todos as temporadas, durante o festival, novos "artistas" se apresentavam, mesmo que fosse informalmente, uma erune com uma roupa, realmente, espalhafatosa passava bem em frente aos seus olhos, agarrada em uma harpa, espera ela se distanciar para começar então a segui-la, poderia dar uma outra oportunidade para o jovem continuar "aproveitando" o festival a sua maneira.

Estava sentindo que aquele dia de certa forma seria muito diferente dos outros festivais, para melhor ou para pior, estava ansioso pelo que fosse acontecer, era possível ver um sorriso um tanto cínico no canto de seus lábios assim que levantava um pouco sua mascara para comer os doces que havia pego.

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Re: Prólogo - O Céu Púrpura.

em Sab Mar 24, 2018 6:33 pm
Ace acordara em seu pequeno quartinho nos fundos da estalagem com o Sr. D ( draph dono do estabelecimento) aos berros:

Vitaaaaaaaalli, seu veleiro sem vela, levanta logo moleque!!!! Hoje é o dia do festival, o pessoal já esta começando a chegar e aquele estábulo não vai se limpar sozinho.

Ace quase cai da cama, e  enquanto se arruma tenta melhorar sua situação:

Mas senhor D., Eu tenho certeza que limpei esse estábulo ontem! - Em tom de brincadeira

Aaaaahhhhh, bom então deve ter chegado uma tropa inteira de caganeira entre ontem e hoje. Vai limpar de novo!

O senhor era uma boa pessoa, sempre tinha alguma história pra contar jurava que tinha sido um aventureiro, mas devia ter sido a muito tempo atras, porque não se cria uma barriga daquelas em menos de 10 ou 15 anos.

Ace acabara de entrar no salão que já abrigava alguns hospedes apesar de ainda ser de manhã, o senhor D estava gritando e apontando pra uma pá com um balde no canto.
Pega ali a suas armas e resolve aquilo rápido, quando acabar você tem que levar essa caixa de melancias la pro Senhor Jarau, na barraca dos sucos, perto do chafariz! Que era pra você ter feito ontem! Ai você aproveita e tira o resto do dia de folga!


Mas ontem eu tinha um encontro senhor D, pode deixar que eu resolvo tudo..

O jovem sai correndo para acabar logo com aquele suplício e falando com os clientes meio assustados com a energia do dono do local

Não se preocupem ele é uma boa pessoa só gosta bastante de Gritar.

Ace levou a manhã inteira para terminar de limpar o estabulo, e ainda teve que perseguir uma égua fujona, por algum motivo não estava com fome... coisa rara para ele, decidiu aproveitar para tomar um banho  e ir logo para o festival tinha  uma ou duas garotas que ele queria encontrar, era melhor estar apresentável.

Sua estratégia não adiantou muito pois a caixa de melancias era pesadíssima pra ele, e a carroça alem de estar com a roda empenada não passaria no meio da multidão...
"Eu sabia que devia ter entregado isso ontem..." ele pensava enquanto passava desajeitadamente o caixote pelas ruas movimentadas, quase chegando na barraca se distraiu com uma bela moça com uma roupa esquisita que tinha até uma asa, todos em volta comentavam e cochichavam, ele não resistiu.

- Ei moça oque aconteceu primeiro? Você perdeu a asa e caiu do céu ou foi o tombo do paraíso que te fez perde-la? - pisca rapidamente e sorri e continua sem esperar a resposta da garota,  continua andando em direção a barraca e mantendo o olhar maroto para a garota, se desvia por pouco de uma garotinho que passava com a cara toda suja de melancias, apenas para quase trombar num artista de rua mascarado. Apesar da carga ele consegue fazer um giro habilidoso evitando um incidente perigoso.

- Desculpe ai meu amigo! Não sei oque aconteceu comigo hoje, não estou me sentindo muito bem, vou tomar mais cuidado! - continua mais uma vez sem ligar muito pra reação do transeunte, mas realmente não estava se sentindo bem parecia que ele havia engolido um cachorro e um gato e eles estavam numa luta mortal.

Ele já podia ver a barraca e o senhor Jarau já vinha em sua direção para ajudar a carregar a caixa nos últimos passos...
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Re: Prólogo - O Céu Púrpura.

em Seg Mar 26, 2018 1:59 pm
Era curioso que, mesmo em uma ilha tão pequena, tantas personalidades e aparências distintas chamavam atenção. Mesmo diante de tal diversidade, era imperativo a sensação de calmaria na maioria dos civis, com exceção de poucos, que sentiam um mal estar incomum.

Alguns iriam se apresentar, um Draph de armadura logo se aproximava dos locais do evento principal. Um humano que o observava logo montava seu ponto de comércio e socialização ali. Era curioso que, mesmo com uma ilha tão pequena algumas pessoas tenham se desenvolvido diferentemente de outros.

Os grupos se formavam aos poucos, e era previsto aque até o fim da tarde. todas as pessoas já estivessem na arena para o Festival. A arena sofreu reformas recentes para abrigar a crescente população local. Sendo totalmente descoberta até hoje.

O vento mudava de direção. Uma brisa suave era direcionada agora na direção oposta á anterior, tão rápida a mudança que parecia ser sido realizado com um interruptor. Não era forte ou mesmo incômoda, mas era claro que algo não estava certo.

Ninguém parecia se importar no entanto: as coisas continuavam em seu ritmo normal, mas principalmente os ERUNES notaram a mudança de vento com mais intensidade que outros ali.

Algumas personalidades se destacavam no coliseu. Um draph de armadura no canto, um possível ilusionista...logo alguns erunes também bem destacados se juntavam, inclusive um erune com a rara genética de uma cauda. O dia estava agitado e, sem perceber, algumas horas foram se passando.

Em todo momento, a arena ia se preenchendo. Apresentações iniciais já estavam preparando o palco, sendo que os primeiros eventos da noite eram voltados para as crianças.Para que as mesmas desfrutaremdo festival antes de dormirem. A tarde já era acentuada e muitos já almoçavam. Sonphir chamava a atenção clara, por talvez ser o único estrangeiro daquele dia, despertando inúmeros curiosos.

Ganharam certo dinheiro com suas previsões e outras atividades, e a maioria dos personagens agora já estavam sentados. Com pessoas da organização claramente configurando o centro da arena, junto com o Senhor Takeshi, Harvin ancião local.

Logo seria noite, e os eventos começariam. Rostos conhecidos ou não, a verdade é que a cidade toda logo estaria no local. Um barulho crescente de conversas denunciava a ansiedade dos locais.

O vento havia mudado de direção de repente durante o dia, e mais nada havia acontecido. Vocês ainda se sentiam estranhos, e, agora com a chegada do fim da tarde, nuvens começavam á se formar em toda a ilha, causando uma perda de claridade parcial. A noite logo se instalaria, e agora chegava apenas os mais atrasados, sendo que a arena estava praticamente lotada.

Era esperado que o Ancião Takeshi fizesse um discurso de abertura do evento. E esse discurso logo se iniciaria. Por ironia, as personalidades mais destacadas da arena estavam próximas umas das outras na multidão.

A sensação de mal estar agora acelerava o coração dos poucos que a sentiam, sem entender ao certo o que acontecia naquele local.

O que poderia estragar aquele dia perfeito?

O próximo post já não será mais introdutório. Este será o último momento para interagirem com calma antes da campanha devidamente começar. Percebam que teve um salto temporal considerável na minha narrativa, e este foi intencional: usem a brecha do tempo para interagirem uns com os outros, darem mais detalhes sobre o personagem e o que está cercando eles. Lembrando que já um sentimento entre vocês em comum, mas que ninguém está sabendo justificar.
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Re: Prólogo - O Céu Púrpura.

em Seg Mar 26, 2018 2:57 pm
Garai, antes de sentar-se na colina, havia notado uma presença curiosa atrás dele. Bastou apenas uma leve virada de pescoço, para que um de seus olhos fitassem de modo neutro o mascarado atrás dele. Estava acostumado a viver sozinho, então sua intuição diria no momento certo se aquele espírito travesso iria ser algo suspeito sem que precisasse tornar-se para trás de novo. A presença cessou, embora o mau pressentimento não. Não era ele o responsável e agora sentia uma pontada no estômago. Deve ser culpa da culinária do jovem harvin, que não lhe caiu bem.

Junto com o mascarado, seguia-no um homem com aspecto de trambiqueiro, nada que o Punho de Marfim não visse em suas viagens clandestinas. Ele parecia convencido de si e de suas ideais, pensou se era um habitante da ilha em que estava. Seu diálogo havia sido promissor e o Draph estava incerto do serviço valer o preço ou se tinha o necessário para pagá-lo. Um suor frio cortou o rosto que formava sua expressão séria.

Tinha que arriscar, ou não haveria de aproveitar o festival no fim da noite.

*Respirou em um longo suspiro, apoiando a espada larga em sua frente. Tentando bancar o durão.*

- Bem, que seja. Vejamos se o truque condiz com as tuas palavras.

Quase que imediatemente,  o vento mudou de modo brusco. Parecendo que tal coincidência fosse obra do mercador, a sorte está sempre a favor daqueles que estão confiantes, afinal.

Se tudo ocorresse bem, a pontada na barriga que parecia indigestão sumiria. Contudo isso provavelmente não ocorreria porque a força provavelmente vinha de um fator exterior. Iria tentar aproveitar para degustar mais iguarias, aproveitaria para conhecer melhor a ilha ou quem sabe, descobrir algo de sua tão estranha origem. Para que então pudesse descobrir porque parecia ser um Draph tão distinto dos outros.

"Aquele honorável senhor, Takeshi, deve saber de muito sobre o Reino dos Céus. Talvez eu devesse perguntar algo para ele."

Agora se o homem em sua frente o causasse um efeito colateral em seu sortilégio, ele iria tentar se manter em seu normal. Não era particularmente honrado , mas não gostava de táticas que não envolvessem técnicas manuais como venenos e controles mentais. Iria arranjar uma boa briga se esse fosse o caso, para agitar um pouco o ritmo do festival antes que chegasse em seu auge.

Esperava não ter que lutar, já que aquele deveria ser um dia especial para as pessoas da ilha.
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Re: Prólogo - O Céu Púrpura.

em Ter Mar 27, 2018 8:53 am
O árabe estava bebendo uma espécie de cerveja do local. Embora achasse aguada, tentava tomar e aproveitar até o fim já que lhe custara algumas moedas.
Foi então que deu o tempo exato de ver o Draph que encarava de outrora virar lhe dirigir a palavra.

Sonphir não conseguiu se conter.


-PFFFF-
-OLOCO VOCÊ FALA! PELOS PROFETAS!!
- [fala em dialeto desconhecido] -


O claro susto teria feito o árabe cuspir a bebida no ser encouraçado.
Tamanho era seu espanto, não tinha conhecimentos básicos de relacionamento social, ainda mais com outras raças.


”Agora sim isso aqui ficou interessante...qual será que é a desse grandão?”

-Amigo, você gosta de mágicas? E se eu te mostrar algo real sem truques e jamais visto aqui em Edenia? Estaria disposto a trocar essa experiência por algumas moedas ou pertences de valor? O Deus mercador agradece...
* Dizia isso enquanto manuseava uma moeda larga entre os dedos, já visando atrair a atenção do brutamontes de armadura *

Se o Draph fosse sucetível , o ilusionista autodenominado Sahir começaria a colocar este numa espécie de hipnose.

-Olhe atentamente, esse brilho te deixará cada vez mais pesado, e no estalar dos meus dedos não conseguirá levantar. Quando eu mandar você estará liberto em 3...2..1
*estralou os dedos*

Se tivesse dado certo, se vangloriaria para o Draph hipnotizado e deixaria para solta-lo assim que tivesse que sair dali no discurso do Harvin ancião. O desconforto era grande, portanto tentava ocupar sua mente pregando peças, ainda mais em criaturas daquele porte. A intenção era para acreditasse no seu tipo de magia.

Após a brincadeira ou caso a hipnose inicial não surtisse efeito, apenas sorriria sem graça, coçando a cabeça.


-[SIGH]-
-Parabéns, parece que tem uma ótima capacidade de atenção e foco hein grandão? Heh...


*guarda a moeda no bolso*

-Mas Hey qual é a desse chaveirinho?[se referia ao Harvin] Tem algo de estranho nessa cidade...além de demônios em armaduras...er, quer dizer além de melancias assim tão vermelhas...hehehe

Agora apenas aguardaria o discurso. Evitaria possíveis confrontos ao máximo ali naquele local. Teria um pouco de sílica no bolso, a quantidade ideal para cegar e causar a distração que precisa para sair dali. Tal como fez anteriormente.

Já tinha passado e vivido muitas coisas, mas uma angústia como essa estava sendo a primeira vez.
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Re: Prólogo - O Céu Púrpura.

em Seg Abr 02, 2018 6:49 am
Continuou a andar pelo festival, por hora entretendo os mais jovens, e por outra aproveitando as distrações alheias do publico com as verdadeiras atrações que estavam acontecendo no local para "pegar emprestado" alguns pertences que a partir deste momento eram seus. Tentava não pegar muita coisa ou algo muito específico, pois ele mesmo chamava muita atenção por onde estava passando.

Em meio a seu caminho quase que se bateu com outro "ser atrapalhado" no local, como não havia chegado a cair, pouco disse ao rapas atarefado, apenas com as mãos fez sinal para que ele não se preocupasse, isso que o despertou ainda mais a perceber que por mais que o destaque maior era do festival, tinha alguns participantes que eram mesmo únicos, assim como ele. A maior coincidência é que estavam a poucos metros um dos outros. Algo que com toda certeza não acontecia todos os dias, para os olhos do jovem Erune mesmo demorou 17 anos para ver algo parecido, isso resultava em uma porção de festivais. Então com toda a certeza este seria diferente. O vento já anunciava que seria algo que veria pela primeira vez em sua vida.

Esperava agora em um dos lugares na arena para as palavras do ancião, esperando o real inicio das festividades do evento, mas o que sentia mais é que naquele dia teria o inicio de outro evento, ainda não sabia o que era, mas estava ansioso para que este também chegasse.

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Re: Prólogo - O Céu Púrpura.

em Ter Abr 03, 2018 8:40 pm
Após algum tempo contemplando a vista privilegiada do topo da construção e refletir sobre aquele sentimentos estranho, simplesmente escolheu ignorar aquilo, por hora, ficar pensando no que pode ou não acontecer baseado em algo que lhe deixava "estranho" não ia levar a nada, tinha que fazer alguma coisa, se distrair.
Caminhando entre as colunas mais altas de forma silenciosa e um pouco arriscada, parecia se divertir diante do perigo de queda e a adrenalina que sentia ao saltar de um prédio ao outro por vãos, telhados e sobre becos. Do alto conseguia perceber a movimentação de mais algumas pessoas que se destacavam entre a multidão, uma garota Erune, jovem, atraente e que não recordava ter visto anteriormente pelas ruas, com uma roupa chamativa, instintivamente a seguiu do alto. Poucos momentos depois notou outro jovem, humano, parecia bem estabanado, era divertido observar seus movimentos um pouco desengonçados de sua perspectiva, como se quisesse fazer várias coisas ao mesmo tempo e estivesse atrasado para algo, mas não deu muita importância, mesmo após perceber que ele estava falando algo para a garota, pois um Erune bem peculiar estava se aproximando e aquele rosto/máscara ja lhe era mais familiar, talvez não soubesse exatamente de onde o conhecia, mas tinha certeza de tê-lo visto algumas vezes pela cidade, e notando seus movimentos soube imediatamente que não era alguém muito normal, havia uma certa destreza como se movia pela pessoas e trocou seu "alvo" prontamente.
Mais a frente soube o porque daquela destreza peculiar, o jovem Erune em vestes brancas pegava pequenos pertences despercebidos pelos moradores no meio do caminho, isso lhe irritou um pouco, mas não o suficiente para fazer um cena na frente de todos ali, logo viu o homem gigante em uma armadura lhe chamando atenção, mas um pouco distante, assim como o estrangeiro que lhe tinha interessado anteriormente também, preferiu ver de cima onde cada um ia, nesse instante uma lufada de ar o atingiu pelas costas indicando a mudança brusca de direção do vento, para ele foi como se alguém o tivesse golpeado, um calafrio subiu pela espinha, sua cauda levantou arrepiada assim como suas orelhas, instintivamente se virou meio agachado, com um olhar completamente diferente de antes, quase como se fosse outra pessoa, um animal selvagem, seus caninos aparecendo em um meio sorriso estranho e amedrontador, ao notar que havia absolutamente nada ali, se sentiu estúpido e desconcertado.

- Mas que droga foi essa?!

E seguiu olhando os membros peculiares que andavam entre a multidão, sempre do topo, na arena tentou se aproximar deles, que estranhamente estavam muito próximos, apenas observando todos de um assento mais acima dos demais, porém perto o suficiente para ouvir o que falavam, e ainda que algo lhe chamasse a atenção neles, aquele mal estar não passava, apenas o ignorava e tentava parecer completamente despreocupado.


Última edição por Vaskes em Qui Abr 12, 2018 1:22 am, editado 1 vez(es)
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Re: Prólogo - O Céu Púrpura.

em Qua Abr 04, 2018 11:41 am
O início do evento foi marcado por um discurso longo e tedioso do Harvin mais velho da ilha. O diálogo durou pelo menos quarenta minutos, sendo interrompido por algumas crianças pedindo pela queima de fogos. Talvez o discurso fosse ainda mais longo se não fosse pela atitude dos jovens da região.

No presente momento, já não havia nenhuma luz natural além da lua,que estava parcialmente coberta por nuvens densas. A noite chegava com um clima ameno, uma conversa alta começava á se instalar enquanto os fogos eram preparados.

Quando o céu começava á brilhar, uma forma podia ser vista entre as nuvens. A maioria das pessoas ali tinham se virado para ver, a silhueta produzida por trás das nuvens era gigantesca, mas de formato estranhamente similar.

Alguns gritos eram ouvidos, abafados pelos sons de fogos de artifício ainda sendo explodidos. A sombra por de trás das nuvens ficava maior a cada momento. No fim da queima de fogos o cheiro de pólvora subia rapidamente, assim como a tensão.

Um navio flutuante rasga as nuvens revelando sua verdadeira forma. Não era nada fora do comum a embarcação em si, mas o tamanho era absurdo: era pelo menos quatro vezes maior do que o navio mercante da ilha. A mera revelação e descida do navio obstruía a iluminação da lua.

Grito são ouvidos, mas o navio ainda estava no ar. Estava posicionado exatamente acima do coliseu, mas não parecia ter planos para pouso ainda.

Pequenas fontes de luz podiam ser vistas da parte de cima do navio (a visão de vocês desta parte é inexistente, observando apenas as luzes mesmo e o fundo do navio). Logo, as luzes começavam á voar em diversas direções na calada da noite: eram flechas, e preparadas com pontas flamejantes.

Sem saber o que fazer ou como lidar com a Situação, o Ancião Harvin ordena que as tochas fossem reacesas e distribui para vários civis. A ordem era clara: fugir e se esconder até poderem entender o que acontecia!

Uma flecha acerta a porta frontal do coliseu e, devido ao descuido, tempo seco e estado do material logo pega fogo, criando luminosidade suficiente para perceberem que escadas de corda eram desenroladad por todo o navio: seja quem for, estariam descendo em breve.

Não havia nenhum motivo para o ataque, sendo uma ilha isolada com pouquíssimo turismo. Mas rapidamente o tranquilo local era tomado por luzes vermelhas e laranja, típicas em grandes incêndios. Não era claro o alvo das flechas: parecia simplesmente ser um esforço para causar destruição.

O coliseu rapidamente ficava em grande agitação: gritos e pessoas se esbarrando denunciavam o caos da situação. Com a maioria se acumulando no portão frontal, mesmo com este em chamas.

A maioria das pessoas da ilha tinham certa habilidade combativa, mas nunca enfrentaram um perigo real.

O que, ou quem...poderia causar tanto caos e agressividade em uma noite de festa como aquela? A cidade não tinha inimigos ou tesouros que pudessem ser alvo facil. Mas pareciam decididos. Era possível subir as escadas de corda, mas nenhuma garantia do que se encontraria no topo. Era necessário subir no ponto mais alto do coliseu e saltar para alcançar as cordas.

Para onde poderiam seguir ou se proteger?


Era o ultimo turno de interação, vamos para os eventos do RPG logo?  Bora! A partir de agora, considerarei fichas e poderei pedir testes.
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Re: Prólogo - O Céu Púrpura.

em Sex Abr 06, 2018 2:45 pm
Sem sequer saber o nome do mercador, Garai observa compenetrado o humano. Sua moeda girava em seus dedos, se perguntou se aquilo era de alguma forma um truque de ilusionismo. Então subitamente se senti mais relaxado, os ombros não estavam tensos e não sentia o peso da armadura.

Porém, algo não ocorreu como esperado: o grande Draph passou e andar com as mãos apoiadas ao chão e de sua boca, saía um som parecido com o de um trompete. Estava imitando um elefante, rolando na lama e enfiando o rosto na água para cuspí-la para o alto. A cena era cômica para quem se atentasse ao rosto de seriedade quase permanente do Punho de Marfim.

Aquilo deveria ser um efeito comum de hipnose? Talvez em outros Draphs o efeito seja normal, ou quem sabe sua teoria de que não era apenas um Draph fosse verdadeira...

Ficaria acompanhando o mercador acreditando ser um elefante até a hora do discurso. Passado o estranho efeito, ele se colocaria de pé, sentindo uma leve fisgada em suas costas. Para ele, não havia feito nada de excepcional, sequer tinha percebido suas ações.

- Ei, onde aprendeu esse truque? A dor no meu estômago sumiu. - Iria continuar o diálogo, quando o perigo se aproximou.


A nau voadora por fim invade o cenário e ele encara o céu com certa aspereza. O calor e o tumulto estragaram sua sensação de que tinha tirado um dia de descanso. Embora já soubesse que ele não teria nada em especial naquela ilha, isso não significava que outros poderiam invadir de modo tão violento. Apenas ele poderia ser violento, com seu conssentimento e espírito livre. O medo das ruas lhe fazia franzir a testa e faria bem para seu ego chutar umas bundas para encerrar o dia com chave de ouro.

- Sabe, aquela nave,  deve ser o bastante para mim. - Disse enquanto coçava o queixo, com uma calma superficial. - Eu tomo ela para gente e você dirige, o que me diz?

Antes que o cabeludo o respondesse. Partiu em disparate em direção ao ponto mais próximo que deveria ser o Coliseu. Não pediria ajuda, não falaria com ninguém, afinal isso não era de seu fetio. As ruas estavam populosas naquele instante e talvez o melhor caminho fosse os becos ou, se as distâncias das casas permitirem, os telhados. Se alguma presença hostil o impedisse de avançar, ele a empurraria sem nenhum remorso, até o topo.

Sua moral de cavaleiro só surgia pra quem achasse que merecesse.

- Essa escada parece como um tapete vermelho. É um bom dia para gritar meu nome aos céus.

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Re: Prólogo - O Céu Púrpura.

em Qua Abr 11, 2018 1:37 am
Suas peripécias mágicas não tinham saído como esperava. Aguardava apenas o agora simpático Draph de armadura se recompor.

Apreciaria aquele discurso atentamente nos primeiros instantes mas logo começaria a bocejar. Já estava escurecendo e a viagem tinha sido longa.


-[SNORE]-
Até que enfim! E aí grandão tá afim de conseguir duas canecas pra gente aproveitar o festim aqui?!
*Fala enquanto se alonga um pouco, tentando rebater a sonolência*


Enquanto estava naquela ilha se entretida seguindo com os olhos os transeuntes do local. Acompanhava cada uma naquele festival e teria boas histórias para registrar em seus papiros. Deveria coletar máximo de informações para conseguir se reinserir mais facilmente no mundo mágico.

Achava que as estrelas estavam brilhando estranhamente e o sentimento de angústia aumentara.

-Hey, impressão minha ou essa sombra da lua está esquisita? É assim mesmo?

Foi então que via aquela imensa embarcação fazer sua entrada impactante por dentre as nuvens.

[b]-UAU! ISSO QUE EU CHAMO DE ENTRADA TRIUNFAL! -[FIUUUUU]- BOAAAA*continuaria assoviando e batendo palmas*
-Mas pera aí...o que são aquela luzes ali encima...?
OH NÃO, FLECHAS!! MALDITOS!


O sentimento de frustração, surpresa e de alerta tomaram conta do Árabe. A vivência do mundo de mercadores ensinou a conseguir lidar com situações parecidas como essa, já que assaltos à caravanas são de certa forma comuns.

-Ô DA ARMADURA! Acho melhor irmos para direção oposta e...um minutinho só...EITA PORR-[censurado- O estrago no portão está feito...vamos sair daqui...LOGO!!!

Tomaria umas das tochas e tentaria continuar com a busca do seu destino.

Em caso de confrontos e ataques surpresas, já estaria com sua bomba de fósforo para abrir caminho. Confrontos físicos só em últimos casos.

E continuaria disciplinando o seu eu interior, ou mais comumente sua energia vital.

Era dotado de um grande poder mágico selvagem. Seria necessário mais um tempo para começar a tentar dominar as técnicas de feitiçaria que se Mestre tinha deixado.

Era uma última opção de uso, mas também era uma maneira de mostrar o seu valor.[/i]
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Re: Prólogo - O Céu Púrpura.

em Qui Abr 12, 2018 1:21 am
Durante todo o tempo que passou na arena, nada de muito interessante aconteceu com as pessoas que ele achara peculiar e observava a fim de participar e/ou testemunhar algo novo, mas logo ficou extremamente entediado, se esticando na arquibancada de forma que ficasse mais confortável. Assim que o discurso começou ele se sentiu imensamente grato por estar um pouco mais confortável, afinal aquele discurso o fez cair no sono umas duas vezes até que acordou e ja estava escuro. Nenhuma movimentação estranha vinda das pessoas que ele observara por parte do festival e na arena, mas o discurso parecia estar sendo encerrado, se espreguiçou e bocejou um pouco sem ligar para as pessoas que estavam ao seu redor.

- Nossa que sono... M-mas o que?!... - Ele estava meio deitado na arquibancada, sua visão ja estava direcionada para o céu, talvez fosse um dos primeiros a notar algo bem estranho entre as nuvens, uma forma bem incomum ao longe, mas que rapidamente se aproximava, ficando cada vez maior, ele se posicionou de forma mais séria, ainda olhando a misteriosa silhueta, quando uma grande embarcação aparece rasgando as nuvens, um sorriso aparece em seu rosto, o que não dura muito tempo, pois em poucos instante notou algumas coisas bem estranhas e seu medo se torna realidade, um ataque brutal à arena, a primeira flecha é atirada e instantaneamente ele se levanta, como um instinto, uma reação ilógica, é tamanha a indignação que mal consegue se mover por alguns poucos segundos, nunca tinha visto nada igual aquilo, o terror dos habitantes da ilha se espalhava rapidamente, a saída em chamas.

Assim que voltou a si, procurou o ponto mais alto do lugar, como de costume, então notou as escadas de cordas se desenrolando enquanto caiam, anunciando que alguém desceria por elas, sua ideia inicial era subir antes que chegassem, depois ia bolar algum plano pra voltar, mas a prioridade, na sua cabeça, era fazer, quem quer que seja, parar o irracional ataque. No caminho nota a gritaria e se volta, percebe a loucura e que as pessoas não conseguiriam passar pelo portão em chamas, assim como nota uma figura enorme vindo em sua direção, ele sai do caminho apenas para escalar o que com certeza era um Draph, em armadura, se segurando firme e sendo carregado por parte do caminho.

- Heeey, ou, pequenininho da armadura... - Falava enquanto batia no elmo fazendo barulho para chamar a atenção do Draph e se pendurava quase de ponta cabeça sobre o rapaz, a ponto de ter contato visual entre os dois. - Não deve ser problema pra você, com essa armadura toda, abrir caminho pro pessoal sair daqui... Eu não conseguiria o que você provavelmente consegue, ajude meus amigos a sair, por favor, eu pego os cretinos la de cima! - Pisca e salta do corpo do grandão para um ponto mais alto do que eles estavam, acreditando que teria ajuda do Draph, sem olhar para trás, ao alcançar o ponto mais alto, acreditou que poderia alcançar a escada completamente desenrolada com um salto no meio da corrida, não deveria ser tão dificil assim pra ele.
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Re: Prólogo - O Céu Púrpura.

em Qui Abr 12, 2018 5:18 am
O jovem fez um grande esforço para não acabar dormindo em meio ao discurso do ancião, talvez essa tenha sido a única vez que ele realmente tentou prestar atenção no que o velho dizia antes de abrir as festividades. Provavelmente porque desta vez algo estava diferente no ar, era como se pudesse sentir que algo estivesse para ocorrer...a qualquer momento...quando menos esperasse...e...e...
...o tempo passava e ainda nada, se não tivesse utilizando máscara os que estavam ao seu redor poderiam perceber em sua feição a dificuldade em se manter com os olhos abertos durante aquele discurso.

Estava quase caindo do lugar aonde estava sentado quando em um estalo alto voltou a si, era o começo da queima de fogos, o que o fez imediatamente olhar para o alto.

- É... dessa vez eles capricharam.

Era a primeira vez que soltava a sua voz durante todo o dia, mas é claro que suas palavras não diziam respeito aos fogos e sim ao que se podia perceber além deles. Um eclipse? Meio difícil um evento raro como este acontecer sem que tivessem quaisquer notícias, mesmo por premonições, enquanto raciocinava, chegou a levantar de seu lugar, e forçando os olhos conseguiu ver que se tratava de um grande navio, poucos segundos depois, uma das primeiras flechas de fogo cai bem aonde estava sentado, era o inicio do pandemônio.

A maioria das pessoas corriam assustadas, outras paralizadas de surpresa e/ou medo. Os mais corajosos tentavam acalmar e proteger aqueles que des esperavam em meio ao caos.

Ao jovem erune, essa era a deixa que estava esperando, pega seu qurda-chiva que estava encostado ao lado de seu lugar no coliseu e avança em disparada para um dos pontos mais altos do coliseu. Iria tentar subir àquela nau que pairava sobre a ilha, e percebeu que não seria o único a fazê-lo, pois alguns outros se destacavam ao que não fugiam do perigo eminente e sim o iriam encarar.

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Re: Prólogo - O Céu Púrpura.

em Dom Abr 15, 2018 8:49 pm
O incêndio começava á se espalhar rapidamente: talvez seja a primeira vez em décadasque um ataque direto daquele acontecia na ilha. As setas flamejantes teciam linhas avermelhadas no céu noturno.

As escadas eram incrivelmente convidativas naquela situação: tudo parecia pender para ser a única saída. Mesmo que esta fosse completamente em direção da tempestade. Algumas pessoas foram em direção ás escadas para tentar parar o problema, outras, para se proteger do ataque.

Em poucos instantes, boa parte dos civis estavam em processo de fuga. Alguns feridos, outros caídos, mas nada indicava morte no local até o instante: não parecia que miravam inocentes. Na realidade não fazia o mínimo sentido a ordem de ataque da embarcação.

Aqueles que subiram não encontraram nenhum impedimento até embarcarem no deck principal, onde uma quantidade incerta de criaturas humanóides se encontravam. As criaturas tinham a estrutura de humanos, mas algo era desconcertante sobre os mesmos.

Nenhum som além dos arcos disparando e as munições sendo preparadas era ouvido no Deck, imenso suficiente para feras de porte bem maior do que aquelas encontradas na ilha poderiam ser postas de maneira á não prejudicar a mobilidade.

Era incerto a quantidade de criaturas no deck e, curiosamente, pareciam não notar a invasão dos personagens no local. A situação se mostrava surreal: era fácil arriscar um valorpróximo ás centenas de indivíduos, todos trabalhando como formigas em total coordenação e foco. Máscaras de pano negro escondiam os rostos e grandes placas de metal no corpo tornavam a diferenciação de porte e sexo impossível: eram operários, nada mais que isso.

Ainda no deck, todas as portas, entradas ou acessos estavam liberados sem a menor cautela: mal havia luz na embarcação, o que tornava tudo difícil de se ver para algumas raças (vantagem de visão noturna: vê todas as entradas e portas sem guardas, e totalmente escancaradas, inclusive alçapões).

As cordas ainda eram arremessadas, e logo a chuva de flechas era interrompida: claramente para alguns que tinham visão noturna as setas e projéteis chegavam ao fim, sendo todos arremessados em alguma direção.

A movimentação em todo o Deck foi rapidamente reorganizada, como um único fluxo de um lago, aqueles indivíduos pegavam lanças, espadas, alguns machados e pareciam se preparar para usar as escadas.

Nesse momento, muitos indivíduos esbarravam nos personagens invasores. Eram como animais vendados ou entorpecidos, se esbarrando e simplesmente continuando seu trajeto como se não houvesse qualquer obstáculo: aquilo com certeza não era natural.

Dos alçapões, tocheiros e portadores de lampiõescomeçavam á se organizar, enquantos outros levavam, amarrado ás costas, balas de canhão com o formato de ouriços, algumas apresentavam rachaduras: eram bombas, e não esferas de ferro.

Grande parte dos marinheiros daquela tripulação tinham a mesma altura. E ignoravam diretamente a presença de personagens. No momento em que os personagens ficassem no caminho dos indivíduos, estes avançariam como se não existisse obstáculo.

O mundo abaixo estava em chamas, e pareciam participar de um surreal sonho de guerra. O que poderia estar acontecendo?
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Re: Prólogo - O Céu Púrpura.

em Qui Abr 19, 2018 12:15 am
Um Erune subitamente surgido de cabeça para baixo, com olhar vermelho rubro e sorriso descontraído. Sugerindo uma alma destemida que era à parte da força da natureza.

Garai era de poucas palavras. Elas pareciam desnecessárias, respondendo em sorriso como se estivesse aceitado um desafio:

Malégno:

Firmou os pés separados, flexionou os joelhos e realizou um poderoso salto. Não tão alto para que pudesse alcançar o piso da nau, mas alto o suficiente para que pudesse agarrar as cordas com vivacidade. O peso tiraria a escadaria de sua inércia, fazendo ela ondular bruscamente contra uma direção aleatória. Iria ser incômodo para o seu novo conhecido, embora o Draph estivesse conhecido que a destreza do outro não permitesse cair daquela baixa altura por tão pouco.

Ou poderia, quem sabe. Não seria um crime.

Estava seguindo pela rota superior e iria encontrar o caminho mais largo, espaçado possível. Simplesmente porque não era seu estilo se esconder ou se misturar com a multidão. Notou uns seres estranhos, aqui e ali, mas não se importava por enquanto. A menos que algum viesse de seu encontro, então iria lutar dando seu 100% mesmo contra o mais comum dos inimigos.

Logo, precisava ver o líder, ou o que parecia ser um; andava em uma larga caminhada. Caso visse alguma portinhola, tentaria abrir com um tapa.

"O interior daqui parece espaço, deve servir para mim". - Continuava pensativo em usar a embarcação como espólio, para punir os aparentes agressores de terem estragado o festival.

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Re: Prólogo - O Céu Púrpura.

em Sex Abr 20, 2018 6:22 pm
Tudo tinha acontecido num piscar de olho. Felizmente para o àrabe, este estava acostumado com o caos.
Tão Logo o Erune esboçaria reação, Sonphir testaria seu poder em combate pela primeira vez depois de longo tempo tentando conte-lo.

-HA! CRIATURA VIS, TEMAM PERANTE MEU PODEER!!

Começaria fazendo movimentos circulares com as mãos. Iria tentar tirar aqueles primeiros atacantes da cena reduzindo a defesa desses, como se dissolvesse suas armaduras.
Num movimento ondulatória ia dando oportunidade dos possiveis defensores começarem a atacar os inimigos agora penalizados.


-VAMOS!! LUTEM!!

Terminado o ritual, iria se esquivar do grupo principal de inimigos e procuraria abater alguns poucos que se desgarrassem do bando. Sua vida havia o ensinado como ser safo.
Acompanhava seu recém conhecido com os olhos, estaria preparado para dar cobertura a qualquer momento.

Também estaria prestando atenção no Harvin que acabava de discursar: estava certo que ele teria algum envolvimento com a situação.

O mais importante agora seria ter exito no combate.

E não perder o controle do seu poder.
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Re: Prólogo - O Céu Púrpura.

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