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Re: Prólogo - O Céu Púrpura.

em Dom Jul 29, 2018 9:55 pm
O homem desfigurado, ja não lhe chamava atenção, apesar da clara habilidade mágica e de recuperação, julgou ser extremamente chato continuar até mesmo dando atenção para ele, então resolveu se focar na próxima tarefa excitante.

Era difícil se manter em cima da criatura, ainda mais com toda aquela movimentação e os relâmpagos que não cessavam, mas para o Erune, aquilo estava sendo um bom entretenimento, da forma mais rápida que pôde, chegou à cabeça do monstro, naquele momento notou o Draph atacando sem muito sucesso, pelo menos no começo, vendo o quão difícil era passar pela primeira camada que cobria a criatura, o rapaz tentou encontrar outro jeito de atacá-lo, sozinho, sua solução, as partes que não podiam ser cobertas, então avançou diretamente para os olhos enormes, talvez isso causasse algum dano decente, tudo com um sorriso estranho no rosto, como se estivesse gostando muito mais do que realmente estava.

- Da uma piscadinha aqui! - Falou chamando a atenção do monstro durante o ataque.
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Re: Prólogo - O Céu Púrpura.

em Qua Ago 01, 2018 5:00 am
Talvez o garoto deveria ter se distanciado mais dos dois "bravos soldados" que escalavam a criatura gigante a fim de acabar com a sua aparente cólera, os disparos fizeram mais barulho do que tinha imaginado, tomando para si a atenção não apenas da fera menor como da maior que estava sendo montada pelo draph e o outro reúne
Era hora de uma retirada estratégica, deveria se re posicionar.
Hako então olhava rapidamente para os lados ate achar um meio de subir em um ponto mais alto enquanto escapava da visão da criatura. Ja correndo ouvia o draph proferir ordens novamente, por mais que o homem estranho tivesse realmente algo a ver com a aparição daquela fera gigante, ela era o que devia ser lidado naquele momento.

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Re: Prólogo - O Céu Púrpura.

em Sab Ago 04, 2018 2:37 pm
Aquele grupo pequeno parecia sem esperanças na clareira da floresta (que por sinal, aumentava em cada segundo devido ao derrubamento das árvores). O Encapuzado agora parecia recuar para observar, enquanto aqueles herois se preocupavam com a imensa criatura.

Um enorme grito quebrava o silêncio dos herois: Garai parecia decidido á acabar com aquilo e avançava, com sua arma em aspecto congelado, saltava para cima da criatura.

Ao mesmo tempo, um dos erunes avançava e atacava mirando nos olhos. O outro erune presente se posicionava, já com a intenção de atacar.

O ataque é bem sucedido em ambos os casos, mas algo estranho acontece: a criatura fica com os olhos e sua falha nas escamas feridas. Estava de olhos fechados e sangrando, mas não parecia ter sido afetado pela dor em si em uma escala relevante.

Uma investida violenta se iniciava pela criatura, e logo os três ali eram lançados para direções opostas. Como um touro, logo a criatura se reposicionava, derrubando tudo no caminho. Parecia determinada á acabar com aquilo logo.

Chacoalhava a cabeça, parecendo se incomodar com o ferimento no olho. Mas já preparava sua investida, quando a criaturinha parecia rugir em resposta ao monstro.

Um raio da criaturinha pequena surge, um raio de cor azulada, mais natural com o efeito climático. No segundo seguinte do clarão, a criaturinha tinha virado um monstro imenso, do mesmo tamanho da outra fera, mas de coloração azulada e amarelada.

Era idêntica em todos os aspectos, menos nas cores. A nova criatura parecia se impor entre os jogadores e o monstro ferido. O que poderia ser feito naquela situação?

https://imgur.com/a/YdQibO7

Parecia que logo as duas iriam de encontro uma com a outra, será que os presentes poderiam intervir?

O encapuzado, embora longe, tinha uma expressão clara de surpresa no rosto. Chegava á tremer: não esperava que outra fera estivesse na área... quanto tempo mais a ilha aguentaria?

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Re: Prólogo - O Céu Púrpura.

em Qua Ago 08, 2018 10:49 am
Com sua técnica realizada com sucesso, Garai usou o ponto de falha das escamas para saltar até a parte de baixo. A queda era elevada, mas não estava pessoalmente são para refletir nesses assuntos que para ele pareciam "detalhes".

Enquanto caía, ele via que seu corpo estava mais curvado para baixo, ganhando ainda mais velocidade. Iria se espatifar, se não fosse por outra ação esquisita. Ele levantou a grossa espada para o chão,  caindo e torcendo a placa de metal de modo a realizar um inusitado pouso ao solo. Caiu quase que torcendo os pulsos, mal estava de pé e já se dispôs a correr de novo. Os caninos de sua boca pareciam sobressalentes enquanto o resquício índigo de sua face congelava numa espécie de gelo colorido.

- NÃO. DÊ. AS COSTAS. PARA MIM ! - Completamente fora de si, ele parecia ter feito alguma artimanha com seus pés que conforme corria, tentava fazer uma pista de gelo embaixo de si. Assim, conforme ganhara impulso, iria deslizar até o vilanesco inimigo deformado.

Não tinha nada em mente com relação aos planos da ilha. Já que as coisas não haviam funcionado para o seu lado, faria com que o culpado ao menos o reconhecesse. Nem que seja a força. Sua intenção era agarrá-lo e fizesse seu inimigo falar o que estava acontecendo. Se não o fizesse, talvez o bateria tanto para realmente não falar nada por um bom tempo.

Agora se o segredo não estivesse naquele homem, bem... esperava que seus companheiros salvassem a ilha da catástrofe a tempo.


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Re: Prólogo - O Céu Púrpura.

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